terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Tribunal de Contas denuncia prédios em péssima conservação em Brasília

Brasília é uma cidade planejada e jovem, inaugurada há apenas 52 anos. Mas a falta de manutenção compromete prédios, monumentos públicos, pontes, viadutos.
Os exemplos de péssima conservação são encontrados em Brasília, cidade que é patrimônio cultural da humanidade, e foram denunciados em um relatório do Tribunal de Contas do Distrito Federal.
O descaso põe em risco a segurança dos cidadãos. E Brasília é uma cidade planejada e  jovem, inaugurada há apenas 52 anos. Mas a falta de manutenção compromete prédios, monumentos públicos, pontes, viadutos.
Um dos cartões postais de Brasília, o Teatro Nacional, deveria ser o principal centro cultural da cidade, mas é subutilizado. E não é para menos. Dentro, o estado de conservação é precário.
Cadeiras rasgadas, carpete danificado, fios expostos. Em um banheiro, parte do teto caiu. Foi essa a realidade que os auditores do Tribunal de Contas do Distrito Federal encontraram no ano passado, quando fizeram vistoria em 11 prédios públicos.
Três meses de visitas e a conclusão: o estado de conservação não é bom e ameaça a segurança dos usuários. “Houve omissão dos governos em relação a uma ausência dos governos em relação a esse planejamento de conservação e manutenção”, afirma Inácio Magalhães Filho, presidente do TC/DF.
Na rodoviária, bem no centro da cidade, rachaduras e infiltrações. “Está péssima a estrutura. Precisa reformar mais, está tudo rachado”, diz Rodrigo Silva, auxiliar de produção.
Em uma das saídas de Brasília, a situação da ponte já era considerada crítica sete meses antes de aparecer um buraco com quase um metro de comprimento e dois de profundidade. A solução temporária foi instalar uma placa de metal sobre o buraco, e a reforma deve ser feita este ano.
Até construções mais recentes sofrem com a falta de manutenção. Onde funciona o Museu da República, os técnicos encontraram trincas, rachaduras e infiltrações do lado de fora e de dentro. O prédio tem seis anos e foi projetado por Oscar Niemeyer. Outro cartão postal, a Ponte JK, inaugurada há 10 anos, precisou de reparos na estrutura.
O secretário de Obras do Distrito Federal admite que o governo preferiu investir em novas construções e não em manutenção. “A população sempre exige novas obras, novas quadras, novos viadutos, novas passarelas. Nós temos um orçamento limitado. Então, muitas vezes, se dá preferência para fazer uma passarela, onde está morrendo gente, do que manter uma que está bem ou mal servindo a população”, explica Davi de Matos.
O Conselho Regional de Engenharia informou que já tinha advertido o governo sobre os problemas antes do relatório do Tribunal de Contas, em 2011. “Um plano de manutenção é essencial, porque chega a um estado de calamidade tão grande que a obra se torna caríssima e, às vezes, tendo construções precisa ser demolida e feita outra porque não vale a pena reformar”, ressalta Flavio Correia.
O governo do Distrito Federal tem agora 90 dias para apresentar um plano das providências que serão tomadas. Uma determinação do Tribunal de Contas.

Fonte: http://www.defender.org.br/tribunal-de-contas-denuncia-predios-em-pessima-conservacao-em-brasilia/ 



Casa do Patrimônio de João Pessoa lança Segunda edição de jornal

Com o propósito de comunicar a dinâmica dos processos em torno do tema patrimônio cultural da cidade de João Pessoa, o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional na Paraíba – Iphan-PB e a Prefeitura de João Pessoa, em parceria com a Coordenadoria do Patrimônio Cultural-Seplan e a Universidade Federal da Paraíba lançam a segunda edição do Jornal Casa do Patrimônio.

Nesta edição constam matérias sobre a tradição dos ferros de marcar boi do sertão paraibano, o projeto de preservação das falésias do Cabo Branco, a restauração do mural cerâmico do mercado público Sindolpho Freire, entrevista com o jornalista e escritor Gonzaga Rodrigues e a poesia de Pie Farias.

O jornal gratuito tem a proposta de ser uma publicação que retrate pontos de vista, compartilhe informações sobre os processos educativos, identifique hábitos arraigados no cotidiano das comunidades e, principalmente, conscientize sobre a importância do patrimônio histórico e cultural do estado.

Confira a publicação [aqui]
Confiram também a versão em PDF [aqui

Mais informações:

http://casadopatrimoniojp.com/
Assessoria de Comunicação IPHAN
comunicacao@iphan.gov.br
Nubia Selen - nubia.selen@iphan.gov.br
(61) 2024-5525 / 2024-5527
www.iphan.gov.br www.facebook.com/IphanGovBr | www.twitter.com/IphanGovBr
Fonte: Ascom - IPHAN/PB - Casa do Patrimônio de João Pessoa/PB 

Fonte: http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do;jsessionid=62B0BD672D1E8504AEE3B228FDB8EA5E?id=17140&sigla=Noticia&retorno=detalheNoticia 




Brasil e Colômbia firmam parcerias na área de patrimônio cultural

De 21 a 25 de Janeiro, o Ministério da Cultura da Colômbia vai receber delegação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN. O evento reunirá representantes do Governo Nacional Colombiano para dar continuidade às ações que irão estabelecer um Projeto de Cooperação Técnica bilateral - Brasil / Colômbia no âmbito do patrimônio cultural.

O governo colombiano apresentará propostas, programas e projetos em relação a sua população e ao seu patrimônio cultural. Dentre eles: o Plano Nacional de Recuperação dos centros históricos da Colômbia, o projeto do Universo Cultural Afro-descendente (experiência da Ilha da Providencia), a Política de cozinhas tradicionais e o projeto Palenque global. Estes projetos serão apresentados aos delegados do IPHAN: Jurema Machado, Presidente, Marcelo Brito – Assessor de Relação Internacionais, Célia Corsino - Diretora do Departamento de Patrimônio Imaterial e Andrey Rosenthal Schlee - Diretor de Patrimônio Material.

A delegação do IPHAN visitará as cidades de Bogotá, Cartagena e Palenque, onde se reunirá com organizações como o Instituto Distrital de Bogotá, a Rede Turística dos Povos Patrimônio, a Oficina Escola de Cartagena, o Instituto de Patrimônio e Cultura de Cartagena e escolas de música e dança de Palenque, com objetivo de conhecer os projetos e ações de cada um.

IPHAN também apresentará o Programa PAC das Cidades Históricas, as políticas e projetos de Patrimônio Imaterial Cultural e o Projeto do Universo Cultural afrodescendente do Brasil.

Esta visita ocorre no âmbito do Projeto de Cooperação Cultural e Educacional firmado em 2009 a partir da Comissão Mista da Cultura e da Educação entre Colômbia e Brasil. A proposta é de intensificar o intercâmbio, a cooperação mútua e a divulgação de todas as experiências e eventos culturais dos dois países, valorizando a diversidade cultural, étnica e linguística, a promoção e a proteção do patrimônio cultural a partir das possibilidades e competências de cada país.

Os governos da Colômbia e do Brasil comprometeram-se a continuar o desenvolvimento de ações, para identificar e fortalecer sua história comum, com a finalidade de estreitar as relações de integração entre seus povos.


Mais informações

Ministério da Cultura da ColômbiaAssessoria de Comunicação e Imprensa
Monica Pulido
mpulido@mincultura.gov.co

Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional -IPHAN
Assessoria de Relações Internacionais
internacional@iphan.gov.br ou marcelo.brito@iphan.gov.br
Fonte: Ascom - Arin – Assessoria de Relações Internacionais 

Fonte: http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do;jsessionid=62B0BD672D1E8504AEE3B228FDB8EA5E?id=17142&sigla=Noticia&retorno=detalheNoticia 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

"São Paulo Modernista" é tema de passeio gratuito semanal feito pela USP

Durante quatro horas, e sem pagar nada, fãs de arte e arquitetura podem conhecer um pouco mais do modernismo paulistano graças ao roteiro turístico A USP e a São Paulo Modernista, uma iniciativa do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP).
Idealizado por Martin Grossmann, professor e diretor do Instituto, o tour passa por alguns dos principais pontos turísticos da cidade, acontece todos os sábados das 10h às 14h, e é guiado por duas artistas plásticas, um historiador e uma antropóloga.

Entre as perspectivas sobre o modernismo apresentadas pelos guias estão a urbanística, a histórica, a artística, a comportamental e a musical.

Mas é a arquitetura da cidade - nem sempre moderna, mas testemunha do período histórico relatado - que serve como principal mediador do roteiro. O passeio começa no Museu do Ipiranga (foto) e passa por outros dois edifícios também pertencentes à USP: a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Rua Maranhão, em Higienópolis, e o Museu de Arte Contemporânea (MAC), no Ibirapuera.

Além dessas três paradas, que duram 30 minutos cada, o ônibus passa – entre uma explicação e outra – em frente a edifícios emblemáticos como o Itália, o Esther, o Eiffel e o Copan, a casarões como o da família Jafet, no Ipiranga, e ao Parque Dom Pedro II.

Este é o primeiro de uma lista de roteiros que a USP pretende criar por São Paulo em 2013. Para participar, acesse: www.prceu.usp.br

Fonte: http://www.arcoweb.com.br/noticias/sao-paulo-modernista-tema-passeio-gratuito-semanal-usp.html 
















Crédito da imagem: Site Arcoweb

sábado, 19 de janeiro de 2013

Conselho municipal tomba antiga fábrica na Água Branca (SP)

Após mais de sete anos de processo, o imóvel onde funcionava a indústria de torrefação Café Santa Efigênia, na Água Branca (zona oeste de São Paulo), foi tombado pelo Conpresp (conselho municipal do patrimônio histórico). A resolução foi publicada ontem no "Diário Oficial".
O conjunto que agora deverá ter suas características originais mantidas é composto por uma chaminé e um sobrado pichado e degradado, com janelas e telhado praticamente destruídos.
O pedido de tombamento foi feito em 2005, logo após a venda do espaço para o grupo Sonda, que possui um mercado no terreno ao lado.
Quem deu início ao processo foi a professora da USP Léa Francesconi, filha do antigo dono da fábrica, que funcionou até o fim dos anos 1990 --o imóvel tinha ficado de herança para um primo dela.
"Vi que ia ter problema após a venda e entrei com o pedido. Parte do sobrado foi demolida, mesmo com o processo em andamento", afirma. "Queria reconhecer e preservar o imóvel. As pequenas indústrias foram muito importantes na história da cidade."
Na resolução, o Conpresp justifica a decisão considerando o valor histórico do local --"um dos poucos exemplares remanescentes do período de industrialização ocorrido no final da década de 1920". 
Cita o valor arquitetônico, com tipologia peculiar da região, "onde um único imóvel abrigava moradia, espaços de fabricação e armazenagem".
Para o arquiteto e professor da Mackenzie Marcos Carrilho, o antigo parque industrial da cidade tem recebido atenção tardia dos órgãos de preservação. "Muita coisa desapareceu, foi demolida. A questão é como reaproveitar essas estruturas sem apagar a memória que elas contêm, a importância histórica que representam."
Procurado pela reportagem, o Sonda não respondeu.
Colaborou EVANDRO SPINELLI 




 

















Prédio tombado está em ruína e depredado pelas pichações

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Patrimônio arquitetônico argentino, Casa del Puente abre para visitação

Pouco conhecida entre os brasileiros, mas tão importante para a história da arquitetura da Argentina quanto a casa Curutchet, em La Plata, a residência Alberto Williams, em Mar del Plata, acaba de ser aberta para visitação pública.
Enquanto a Curutchet sedia o Colégio de Arquitetos da Argentina, a residência de Mar del Plata – projeto de Amancio Williams realizado em 1942 – será restaurada pelos próximos três anos para se tornar um centro cultural. Durante toda a obra, os visitantes poderão acompanhar o trabalho de recuperação do imóvel.
Chamada de Casa del Puente ou Casa sobre el Arroyo, a morada foi desenhada por Amancio Williams, arauto do movimento moderno argentino, para seu pai, que era compositor de música erudita. O som do arroio Las Chacras – atualmente canalizado – bem como o cantar dos pássaros do bosque que circunda a edificação, determinaram o desenho da residência, que é tombada pelo patrimônio histórico argentino.
A visitação é gratuita e pode ser feita de terça a domingo, das 17h às 20h (Dean Funes, 3700, Mar del Plata, Província de Buenos Aires, Argentina).

Fonte: http://www.arcoweb.com.br/noticias/patrimonio-arquitetonico-argentino-casa-del-puente-abre-para-visitacao.html















Fonte da imagem: Revista Digital Apuntes de Arquitectura - http://apuntesdearquitecturadigital.blogspot.com.br/2011/04/la-casa-puente-del-arquitecto-amancio.html

Até 2016, Copan terá um museu em sua cobertura

Um dos mais emblemáticos edifícios projetados por Oscar Niemeyer, o Copan, no centro de São Paulo, abrigará um museu em sua cobertura até 2016 onde serão exibidos documentos, máquinas antigas e mais de duas mil fotografias que contam a história do condomínio construído na década de 1950 e habitado por mais de cinco mil pessoas.
Com patrocínio de uma empresa italiana, o espaço será construído na cobertura do edifício, de onde se descortinam vistas panorâmicas da cidade. Além disso, a obra deve contar com ajuda de estudantes de arquitetura da Universidade de São Paulo (USP).

O acervo já conta com máquinas de imprimir boletos de cobrança de aluguel, uma enceradeira de 1958, fichas de cadastro dos moradores, cadeiras e tubulações antigas. Para conhecer este patrimônio e conferir a vista do terraço, o edifício já tem um público cativo – nos últimos doze meses, mais de cinco mil turistas – a maioria estrangeiros – visitaram o Copan.

Em reportagem do jornal Folha de S. Paulo, o síndico do Copan, Affonso Celso Prazeres de Oliveira, revela que, além de criar o museu, pretende restaurar a fachada do prédio, mas ainda aguarda a conclusão do processo de tombamento do edifício para conseguir apoio da Lei Rouanet.

Além do famoso edifício de fachada curva, a matéria publicada em 16 de janeiro revela a dificuldade de outros dois edifícios emblemáticos do centro de São Paulo em obter patrocínio para o restauro: o edifício Itália e o Esther, ambos próximos ao Copan.

Fonte: http://www.arcoweb.com.br/noticias/ate-2016-copan-tera-museu-cobertura.html 

Site com a história do Edifício Copan: http://www.copansp.com.br/ 



Novas cores para o Mercado de Ferro do Ver-o-Peso são tema de pesquisa no Pará

16/01/2013
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional realiza pesquisa entre os dias 17 e 24 de janeiro para definir as novas cores do Mercado de Ferro, conhecido popularmente como Mercado de Peixe do Ver-o-Peso, em Belém, no Pará. A partir de imagens e pinturas antigas do Mercado, constatou-se que o mesmo já usou diversas cores em seu revestimento. Em épocas mais recentes, tem prevalecido a composição de azul (azul celeste, azul céu, azul oceano) e cinza (platina). Uma votação foi aberta para que a população participe do processo de escolha das novas cores, veja as novas sugestões de cores, vote e dê sua opinião pelo endereço: www.ufpa.br/cma/verosite

Em janeiro de 2012, atendendo a demanda dos próprios trabalhadores do local, o IPHAN deu início à obra de restauração e conservação de Mercado de Peixe, a qual inclui a reconstrução da cobertura com edimensionamento do sistema de calhas e condutores; instalações elétricas e iluminação com implantação de para raios; instalações hidrosanitárias com implantação de sistema de tratamento de esgoto e melhorias nos banheiros; instalação de câmara frigorífica para conservação e estoque mínimo de gelo para as cubas de inox onde o pescado é exposto para venda; restauração dos elementos de ferro que se apresentavam muito oxidados e deteriorados.

Para que o mercado não fosse fechado, foi acordado com a Secretaria Municipal de Economia, os peixeiros e os lojistas, que a obra se daria em duas etapas. A finalização da obra na primeira metade está planejada para março/2013, quando será iniciada a parte restante. Para o remanejamento provisório de alguns comerciantes durante as obras a prefeitura cedeu o Solar da Beira.

Ao realizar as prospecções e cortes estratigráficos no local, os técnicos verificaram que uma intervenção anterior havia utilizado um processo de jateamento no ferro causando a perda de referência cromática. Por este motivo IPHAN apresenta uma proposta de construção compartilhada com a população, de forma a preservar e valorizar o patrimônio arquitetônico.


O Mercado Ver-o-Peso e suas reformasInaugurada em 1625 no antigo Porto do Pirí, a Casa de “Haver o Peso”, que inicialmente era apenas um posto de aferição de mercadorias e arrecadação de impostos, viria a constituir um grande mercado aberto. Ao longo do tempo sofreu diversas modificações, inclusive para se adaptar à necessidade e gostos da Belle Époque, período de cultura cosmopolita que, segundo alguns autores, iniciou no fim do século XIX e durou até a Primeira Guerra Mundial. Nesse período o Ver-o-Peso passa por uma grande reforma. O Mercado de Carne recebe o segundo pavimento e o pavilhão de ferro, enquanto que o Mercado de Peixe é construído junto à doca. Os dois mercados integram um complexo arquitetônico e paisagístico de 25 mil metros quadrados, com uma série de construções históricas: a Doca, a Feira do Açaí, a Ladeira do Castelo, o Mercado da Carne, o Mercado de Ferro, a Praça do Pescador, a Praça do Relógio e o Solar da Beira.

Em 1897, a empresa La Rocque Pinto & Cia venceu a concorrência para a construção do Mercado de Ferro, edifício exemplar do período artístico da Belle-Époque, seguindo a tendência francesa de art nouveau. Toda a estrutura em forma de dodecágono do Mercado foi importada da Europa, pesando aproximadamente 1.133.389 toneladas, e feita em zinco veille-montaine. No ano de 1892 a obra teve início, sob a responsabilidade dos Engenheiros Bento Miranda e Raimundo Viana, que montaram todo o conjunto no local, uma vez que o Mercado foi comprado de firmas de Nova York (USA) e Londres (Inglaterra). Em 1901 o Mercado vai ser inaugurado, mas inicialmente funcionava apenas com a venda de produtos diversificados.

O conjunto arquitetônico e paisagístico do Ver-o-Peso foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN e inscrito no Livro do Tombo Histórico no ano de 1977. Passou por restauração em 2006, que englobou o Mercado de Carne, áreas adjacentes e o Mercado de Peixe.

Veja algumas imagens da pesquisa histórica realizada e dê sua opinião sobre a escolha das cores do Mercado de Ferro visitando o site do Ver-o-Peso www.ufpa.br/cma/verosite

Fonte: Ascom - IPHAN/PA 

Fonte do texto: http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do?id=17132&sigla=Noticia&retorno=detalheNoticia