quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Vídeos sobre História e Arquitetura

Marcos Tognon faz um levantamento da multiplicidade de tendências arquitetônicas no Brasil do séc XX. Considera a construção de Brasília como um marco fundamental do reconhecimento da arquitetura brasileira. Ele analisa os trabalhos de arquitetos como: João Filgueiras Lima, Paulo Mendes da Rocha, Zanine Caldas, Lina Bo Bardi, Eolo Maia e Oscar Niemeyer, abordando três aspectos: a imagem, a técnica e o lugar. Marcos Tognon: Professor de História da Arte e coordenador científico da Agência de Inovação Tecnológica da Unicamp, atuando na área de História da Arquitetura (graduação) e da Literatura Arquitetônica e História das Técnicas Artísticas (pós-graduação). Foi Professor Assistente de História da Arquitetura do Renascimento e do Barroco na Università di Pisa (1997-1998).



Vídeo produzido na disciplina de História e Teoria da Arte, da Arquitetura e da Cidade VI, Arquitetura e Urbanismo FURB.
Neste pequeno documentário mostraremos alguns dos principais sistemas construtivos utilizados no Brasil Colonial.

sábado, 7 de setembro de 2013

Precisamos de 347 apoiadores até o dia 20 de setembro de 2013! Podemos contar com você?

Via Defender RS:

O trabalho do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) na defesa, conservação e divulgação do Patrimônio Cultural Brasileiro merece o respeito de cada cidadão e cidadã desde nosso imenso país.
Por isso, seu apoio é imprescindível!
Leia, assine e compartilhe com seus amigos. Muito obrigada.

Abaixo-assinado Iphan – Carreira e Concurso Já!
Excelentíssima Senhora Dilma Vana Roussef
D.D. Presidenta do Brasil
Excelentíssima Senhora Marta Teresa Smith de Vasconcellos Suplicy
D.D. Ministra da Cultura
Ilustríssima Senhora Jurema de Sousa Machado
M.D. Presidenta do IPHAN
Nós, brasileiros, identificados e abaixo assinados vimos trazer ao Vosso conhecimento a seguinte e urgente reivindicação:
Implantação imediata de Plano de Carreira e realização de concurso público para compor de forma adequada e plena o quadro de técnicos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN.
Com o PAC Cidades Históricas o Governo Federal reconhece e valoriza a importância do Patrimônio Cultural Brasileiro promovendo o desenvolvimento cultural, social e econômico em várias regiões. Enquanto isso, a sociedade sofre uma contrapartida nefasta:
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, depositário desde 1937, do conhecimento técnico sobre o Patrimônio Cultural Brasileiro, vive há anos uma situação de agonia, sem plano de carreira e sem a realização de concursos. Vem desse modo perdendo a cada dia, um monumental acervo humano, indispensável para a continuidade destes investimentos, bem como, de ações de fiscalização, licenciamentos ambientais e de proteção do nosso patrimônio paleontológico, arqueológico, artístico e imaterial. Esta situação resulta em prejuízos irrecuperáveis à nossa sociedade, transtornos vários, além da impossibilidade de assistência adequada às necessidades do Patrimônio Cultural Brasileiro.
Os signatários

ASSINE O ABAIXO-ASSINADO

Fonte: http://defender.org.br/2013/09/07/precisamos-347-apoiadores-ate-dia-20-setembro-2013-podemos-contar-voce/ 





















Foto: Valério Figueiredo (http://www.flickr.com/groups/patrimonio_historico_brasileiro/discuss/72157594399075787/

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

São Luís recebe obras de restauração no aniversário da cidade

A capital do Maranhão, São Luís, foi fundada em 8 de setembro 1612 por franceses, invadida por holandeses, mas totalmente construída pelos portugueses. Tombada pela UNESCO em 1997 como Patrimônio da Humanidade,  a cidade colonial abriga atualmente lojas, cinemas, museus, teatros, bares, restaurantes e hotéis. Para mais um aniversário, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Maranhão (IPHAN-MA) realizará uma série de eventos comemorativos que fazem parte da programação oficial da cidade.
No dia 06, haverá entrega da obra de restauração do Complexo Ferroviário de Recurso, no município de Santa Rita/MA. Esta obra é muito significativa para a Comunidade Quilombola de Nossa Senhora da Conceição de Recurso (por que?) como  também para a memória do patrimônio ferroviário brasileiro. 
Na mesma ocasião, em parceria com a Secretaria Estadual de Cultura, e com o Instituto de Desenvolvimento Humano – IDH e o apoio cultural do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)  será entregue obra de restauração da Catedral de Nossa Senhora da Vitória e do Palácio Arquiepiscopal em São Luís, onde futuramente será implementado Museu de Arte Sacra do Maranhão. 
Obras A Estação e Armazém de Recurso foram restaurados com a finalidade de preservar a memória ferroviária e atender a população de Recurso através da Associação Quilombola de Nossa Senhora da Conceição, com a implantação de um Centro de Cultura Negra na Estação e de um Centro Comunitário voltado para a capacitação dos jovens da comunidade, no espaço do Armazém, que ainda abrigará uma exposição sobre o patrimônio ferroviário estadual.
Os Edifícios da Igreja da Sé e do Palácio Arquiepiscopal da Arquidiocese de São Luís no Maranhão serão alvo de Ações de reparo através de um Projeto de Restauração elaborado pelo IPHAN- MA, com patrocínio do BNDES. 
As ações mostram a capacidade de produção artística sacra da região valorizando, ainda mais, a vocação turística do Sítio Histórico da cidade reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Mundial.

Serviço:
Entrega da obra de restauração do Complexo Rodoviário de Rosário/MA Data:
06/09/2013
Local: Av. Bacabeira km 5 – Centro – São Luís/MA
Horário: 15h.

Entrega da obra de restauração da Catedral de Nossa Senhora da Vitória e do Palácio Arquiepiscopal em São Luís.  Data: 06/09/2013
Local: Praça Pedro II, s/nº - São Luís/MA
Horário: 16:30

Fonte: Ascom-IPHAN/MA 

Fonte: http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do;jsessionid=8B4CF1B3E90C2B32E8F0CA0A075422B0?id=17890&sigla=Noticia&retorno=detalheNoticia 



quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Alemanha vai restaurar monumento nazista em Nuremberg

Projetado pelo arquiteto preferido de Hitler, Albert Speer, o complexo nazista da cidade de Nuremberg, sudeste da Alemanha, será restaurado. Tombado como monumento histórico, o prédio vem se deteriorando desde o final da Segunda Guerra Mundial e agora corre risco de desmoronar.
 
Com o intuito de evitar acidentes envolvendo turistas, a reforma vai custar 70 milhões de euros. O prefeito da cidade, Ulrich Maly, disse ao jornal alemão Süddeutsche Zeitung, que as obras não serão feitas para deixar a cidade mais bonita. “Não vamos ficar procurando pelo arenito original. Vamos nos focar na parte estrutural”, completou.
 
A construção de aproximadamente nove mil metros quadrados, que abriga 24 torres e a “Zeppelin Tribune”, foi usada para a transmissão do filme “Triunfo da Vontade” e outras seis reuniões do alto escalão nazista.
Utilizando materiais como granito e mármore, Speer queria que os monumentos nazistas perdurassem além do regime, como se fossem construções romanas clássicas.
 
 
 
 
 














terça-feira, 3 de setembro de 2013

Pequenos fiscais

De olho na preservação dos novos sítios arqueológicos em Rondônia, o Iphan aposta em educação patrimonial em arqueologia

Aline Salgado

O boom de investimentos em Rondônia, capitaneados pela construção das Hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, têm preocupado o Iphan. Só nas regiões que compreendem as duas usinas, foram encontrados 103 sítios arqueológicos com vestígios de populações indígenas pré-colombianas. De olho na preservação desses santuários da memória, o Iphan aposta na educação patrimonial dos jovens.
Previsto para ter início ainda neste mês, o Programa de Educação Patrimonial em Arqueologia (Pepa) é voltado para cinco turmas do 6º ano do ensino fundamental de escolas públicas de Porto Velho. É nesta fase que os alunos entram em contato com o conteúdo sobre o passado de antes de Cabral aportar por essas terras. "Começaremos com palestras de 30 minutos. Mas, se for de interesse das escolas, o Iphan poderá executar minicursos, incluindo visitas a sítios arqueológicos e orientações a alunos de outras séries", explica o arqueólogo Danilo Curado, coordenador do projeto.
Se for bem sucedido, o Pepa será levado para escolas públicas do interior do estado. Já as unidades privadas de ensino podem solicitar o projeto a qualquer hora. "Sabemos que os livros e o professor em sala não conseguem explorar com detalhes o que a arqueologia pode trazer. Ao capacitar a população, o Iphan ganha também novos agentes de fiscalização do patrimônio", afirma Danilo. 
Estudante do 8º período de Arqueologia da Universidade Federal de Rondônia (Unir) e uma das idealizadoras do Pepa, Fernanda Maia destaca a necessidade de conscientizar a população sobre sua história. "Por causa das inúmeras obras aqui, têm aumentado as chances de se encontrar sítios arqueológicos. E, com isso, há o risco de o patrimônio se perder. Para promover o desenvolvimento de uma identidade social mais centralizada e coerente, pensamos em um projeto que começasse pelas crianças, pois, diferente dos adultos, elas exercem sobre a família uma pressão muito maior por mudança", observa.
Investir em consciência patrimonial para promover educação social é uma das ferramentas de preservação da história apontada pela professora da Unir, Lilian Moser. Para a especialista em memória e patrimônio, apesar de presentes nos discursos, as políticas estatais de preservação e informação sobre o passado na região são incipientes.
“O Estado deveria agir de forma firme, promovendo oficinas para a comunidade e fiscalizando as ações. São inúmeras as igrejas e as comunidades ribeirinhas que têm sido inundadas, apesar dos estudos de impacto para a implantação das usinas defenderem que elas estariam a salvo. A população vê a lei de compensação, como o PAC, como um benefício e não como um patrimônio de todos”, critica Moser, referindo-se à lei que criou o Sistema Nacional de Unidades de Conservação, um mecanismo para contrabalançar o impacto das atividades sobre o meio ambiente.
Saiba mais
Mais informações pelo email iphan-ro@iphan.gov.br

Fonte: http://www.revistadehistoria.com.br/secao/em-dia/pequenos-fiscais 






Valores em risco

Iphan disponibiliza na internet ferramenta de pesquisa que reúne obras sobre patrimônio cultural. Portal foi lançado durante seminário fluminense sobre a temática

Janine Justen

O Iphan disponibilizou em seu site uma nova ferramenta de pesquisa, a Biblioteca Geral do Patrimônio. Já com mais de 800 títulos que versam sobre patrimônio cultural no Brasil e no exterior, o portal reúne importantes pensadores e estudiosos da história contemporânea das artes e da arquitetura em coleções de excelência, como “Patrimônio de Origem Portuguesa no Mundo - América do Sul: Arquitetura e Urbanismo” (2012)e “Os Sambas, As Rodas, Os Bambas, Os Meus e os Bois” (2003 – 2010).  
“Percebemos que as pessoas, muitas vezes, tinham dificuldade em encontrar determinadas obras, gastando muito tempo na pesquisa bibliográfica em arquivos e acervos físicos”, explica Luiz Philippe Torelly, diretor do Departamento de Articulação e Fomento do Iphan. “A ideia é incorporar novos títulos a partir de um esquema de coleção colaborativa. Estamos montando uma bibliografia aberta”, completa o diretor.
O lançamento ocorreu paralelamente à III Semana Fluminense do Patrimônio, uma iniciativa que vem exibindo gratuitamente 50 documentários sobre o tema, no Centro Cultural Justiça Federal e no Museu do Meio Ambiente, até o dia 1º de setembro, no Rio de Janeiro.
“A preservação do patrimônio cultural não se dá por uma única instituição, mas por todos aqueles que usufruem do patrimônio. A ideia do evento é estabelecer um canal de comunicação entre essas duas partes, Estado e sociedade”, afirma Marcos José de Araújo Pinheiro,  vice-diretor de Informação e Patrimônio Cultural da Fundação Oswaldo Cruz (uma das instituições que organiza o evento). Para ele, essa é uma excelente oportunidade de difusão de conhecimento e escuta das demandas sociais.
Com o tema “Patrimônio Cultural: Valores em Risco”, a Semana deseja fazer valer o que a sociedade entende como seu patrimônio. Música, dança, festas populares, rituais indígenas e afro-brasileiros, mas também monumentos históricos, praças públicas e casarões. “Nesta lista vale incluir todos os bens representativos dessa manifestação simbólica dos povos que constituíram a nação brasileira, sejam eles materiais ou imateriais”, comenta Torelly.
Dois grandes exemplos são o frevo e o Edifício “A Noite”, localizado na Praça Mauá, no centro do Rio. O prédio foi o primeiro arranha-céu da América Latina e abrigou a Rádio Nacional por anos. “Hoje a sociedade é muito mais atuante, em termos de reivindicação de reconhecimento de bens, do que era antes. O processo de identificação não é mais restrito a ação do estado, muito pelo contrário”, aponta Torelly, que destaca, ainda, a possibilidade, prevista em lei, de qualquer cidadão poder reivindicar o tombamento de um bem cultural.
A mostra de cinema inclui filmes como “O Mistério do Samba”, de Lula Buarque de Hollanda e Carolina Jabor, que retrata o cotidiano e as histórias da Velha Guarda da Portela e a pesquisa da cantora Marisa Monte para recuperar  composições das décadas de 1940 e 1950 ainda não gravadas. Outro destaque é a seleção “Mestres da Arquitetura Brasileira Moderna”, que reúne documentários sobre o arquiteto Oscar Niemeyer e os urbanistas Affonso Eduardo Reidy e Lúcio Costa. Confira a programação completa no site http://www.patrimoniofluminense.rj.gov.br/.

Bibliografia Geral do Patrimônio
Os interessados devem enviar seus trabalhos – desde que tenham sido efetivamente publicados em mídia digital ou impressa – para o e-mail daf@iphan.gov.br. Todos os arquivos serão analisados e selecionados pela comissão editorial do Iphan.

Fonte: http://www.revistadehistoria.com.br/secao/agenda/valores-em-risco 















Biblioteca Geral do Patrimônio: IPHAN libera acervo online

domingo, 1 de setembro de 2013

Construções podem prejudicar patrimônio histórico de Poços

Um embate entre empresários e o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico e Cultural (Condephact) de Poços de Caldas (MG) tem sido motivo de discussões na cidade. O órgão quer barrar a construção de prédios comerciais e residenciais no Morro Santa Cruz, onde está localizada a Capelinha de Santa Cruz. As construções prejudicariam a visão da capela, que é tombada como patrimônio histórico e por lei não pode ficar escondida.
Segundo o Condephact, o empreendimento teve autorização da Prefeitura de Poços de Caldas e também do conselho. Na época, a liberação se deu desde que a visibilidade da Capela Santa Cruz não fosse prejudicada, mas neste mês de agosto o documento foi revogado.
De acordo com o presidente do Condephact, Antônio Carlos Lorette, a decisão foi tomada porque o conselho entendeu que a capela seria ‘encoberta’ pelos prédios. “Estudando o projeto vimos que ele não é compatível com a preservação da capela e do morro ao entorno e que prédios prejudicariam a visão da cidade”, disse.
Com isso, o conselho deve iniciar um estudo para viabilizar o tombamento do Morro Santa Cruz e a partir de então criar diretrizes para uso e ocupação da área. De acordo com Lorette, com esta medida, a área do Complexo Santa Cruz, onde funcionam várias secretariais municipais, também poderá ser tombada.
O impasse acontece porque o prédio também está com a estrutura comprometida e em breve será totalmente desocupado para ser demolido. “Antes de qualquer nova construção naquela área será preciso fazer uma análise com base nas orientações criadas com o tombamento”, pontuou.
Questionada, a secretária de Planejamento Gina Beatriz Rende explica que a empresa responsável pela construção dos prédios no morro está com a documentação correta. “Antes do início dos trabalhos  a prefeitura solicitou à construtora um laudo com análises do solo e da água subterrânea e só após a apresentação deste estudo é que a obra será ou não liberada”, esclareceu.
Ainda de acordo com a secretária, não existe um projeto definido para o reaproveitamento da área do Complexo Santa Cruz e nem um prazo para que a construtora entregue o laudo à prefeitura.

Problemas geográficos
Procurado para analisar o problema, o geólogo Hélio Scalvi indica que há a necessidade de realizar um estudo geotécnico sobre todo o Morro de Santa Cruz, incluindo a área do complexo e também da capela. “Qualquer construção ou intervenção nesta área tem que passar por estudos para avaliar qual o impacto, como estão as vibrações e de que maneira estruturas de prédios podem afetar o solo e a área”.

Ainda de acordo com o geólogo, a construção indiscriminada e sem avaliação pode trazer problemas e riscos de desabamento na área. “Qualquer construção na área pode prejudicar também as águas sulfurosas e trazer sérios problemas para o solo. É imprescindível que seja feito um estudo”, considerou.

História
A Capela Santa Cruz foi construída em 1895 no alto do morro e mesmo com o passar do tempo e as inúmeras construções, é possível enxergá-la a partir de vários pontos da área central e de alguns bairros. Por isso, a construção foi tombada por um decreto municipal na década de 1980.
Recentemente, a capela foi reformada e recebe celebrações de missas toda primeira sexta-feira de cada mês. Durante a quaresma ela também recebe celebrações todos os dias.
Historicamente, o local tem este nome porque durante muitos anos, féis subiam o morro para pagar promessas e quando chegavam ao topo fixavam uma cruz na terra. A área guarda parte das memórias de Poços de Caldas.
O jornalista e pesquisador da história da cidade, Rubens Caruso Junior, conta que desde a época do tombamento do imóvel já existia a preocupação com as construções próximas à capela. “Sempre houve esse medo de comprometer a visibilidade do morro”, disse.
Já para quem viveu na cidade antigamente, a construção de prédios poderia prejudicar as lembranças histórias, como destaca a dona de casa Maria Aparecida Ferreira. “Eu me lembro de quando eu ainda era menina e acompanhava minha mãe na subida do morro para que ela pagasse promessas. Dá saudades dessa época e se as construções tamparem a construção, as lembranças serão apagadas da nossa memória. Os mais jovens não saberão que existe uma capela ali”, relatou.
A empresa que pretende construir no local foi procurada, mas até esta publicação não havia dado retorno sobre o assunto.

Fonte: http://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/noticia/2013/08/construcoes-podem-prejudicar-patrimonio-historico-de-pocos.html 

















Morro Santa Cruz pode ser afetado por construções. (Foto: Marcelo Rodrigues/ Reprodução EPTV)
















Capela Santa Cruz corre o risco de ser 'encoberta' por construções (Foto: Marcelo Rodrigues/ EPTV)

Cultura, patrimônio e plano diretor: instrumentos de diálogo e cidadania - Seminário Internacional em São Paulo

O Seminário Internacional “Cultura, patrimônio e plano diretor: instrumentos de diálogo e cidadania” acontece nos dias 2 e 3 de setembro de 2013 na Praça das Artes, centro de São Paulo. O evento é uma realização do Departamento do Patrimônio Histórico de São Paulo e da Universidade Presbiteriana Mackenzie. As inscrições podem ser feitas até o dia 30 de agosto de 2013 pelo email inscricao.seminario.inter@gmail.com.

2 de setembro
8h30 – 9h00: Inscrições
9h00 – 10h00: Mesa de Abertura
Fernando Haddad (Prefeito da Cidade de São Paulo)
Juca Ferreira (Secretário Municipal de Cultura)
Fernando de Mello Franco (Secretário do Desenvolvimento Urbano)
Paula Maria Motta Lara (Secretária Municipal de Licenciamento)
Chico Macena da Silva (Secretario Municipal de Coordenação das Subprefeituras)
Leonardo Osvaldo Barchini Rosa (Secretario de Relações Internacionais e Federativas)
Paulo Lopes Lourenço (Cônsul Geral de Portugal)
Marcelo Mendes (Vice-Reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie)
10h00 – 12h00:  Mesa 1: Patrimônio Cultural, Gestão Inovadora e Plano Diretor
Manuel Salgado (Vice-Prefeito e Responsável pelo Urbanismo e Planejamento Estratégico de Lisboa)
Fernando de Mello Franco (Secretário do Desenvolvimento Urbano)
Washington Fajardo (Presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade)
Coordenador: Nadia Somekh (Presidente do Conpresp, Diretora do DPH e Professora da UPM)
Relator: Tereza Beatriz Ribeiro Herling (Secretária Adjunta de SMDU)
12h30 – 14h00:  Almoço Livre
14h00 – 16h00: Mesa 2: Projetos Urbanos, Centros Históricos e Cidadania
Maria Eugenia Negrete Salas (Colegio Del México)
Felipe Delmont Mauri (Venezuela)
Luiz Fernando Almeida (Ex-Presidente do Iphan)
Coordenação: Marcos Barreto (Subprefeito da Sé)
Debatedor: Ana Beatriz Ayroza Galvão (Superintendente IPHAN São Paulo)
Relator: Gustavo Partezani Rodrigues (Diretor de Desenvolvimento da SP Urbanismo)
16h00 – 16h30: Coffe Break
16h30 – 18h30: Mesa 3: Paisagem Cultural: Preservação e Transformação
Joaquim Sabaté Bell (Universitat Politècnica de Catalunya)
José Geraldo Simões Júnior (Professor adjunto da FAU Mackenzie)
Silvio Zancheti (Professor titular UFPE e Professor convidado PPGAU_UPM)
Coordenadora: Mirthes Baffi (DPH)
Debatedor: Mário Moutinho (Reitor da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia – Lisboa)

3 de setembro
09h00 – 11h00: Mesa 4: Patrimônio, Modernidade e Cidadania
Hugo Segawa (Universidade de São Paulo)
Monica Junqueira (Universidade de São Paulo)
Ruth Verde Zein (Universidade Presbiteriana Mackenzie)
Coordenador: Sérgio Abrahão  (DPH)
Relator: Dalva Thomaz (DPH)
11h00 – 11h30: Coffe Break
11h30 – 13h00: Grupos de Trabalho
Patrimônio Cultural Gestão Inovadora e Plano Diretor
Coordenador: Penha Pacca
Relator: Eunice Abascal
Projetos Urbanos, Centros Históricos e Cidadania
Coordenação: Ana Wilheim
Relator: Luiz Octávio Silva
Paisagem Cultural, Preservação e Transformação
Coordenação: Rita Gonçalves
Relator: Raquel Schenkman
Patrimônio, Modernidade e Cidadania
Coordenador: Carolina Tavares
Relator: Cecília Rodrigues
13h00 – 14h00: Almoço Livre
14h00 –16h00: Grupos de Trabalho
16h00 – 16h30: Coffe Break
16h30 – 18h30: Mesa 4: Balanço dos Grupos
Relatos das Mesas e dos Grupos de Trabalho
Debatedor: Nabil Bonduki (Vereador de São Paulo)
Debatedor: Kazuo Nakano (Diretor do Departamento de Urbanismo –  DEURB)
Coordenação: Nadia Somekh (Presidente do Conpresp, Diretora do DPH e Professora da UPM)
19h00 : Coquetel de Encerramento