sábado, 14 de dezembro de 2013

15 de Dezembro - Dia do Arquiteto e Urbanista

O dia do arquiteto antes celebrado no dia 11 de dezembro passou a ser comemorado no dia 15 de dezembro, por resolução do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil , a data homenageia o dia do nascimento de Oscar Ribeiro de Almeida de Niemeyer Soares.
 Hoje é um grande dia de celebrações, pois também festejamos o primeiro aniversário do CAU, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo , entidade máxima de representatividade dos arquitetos urbanista brasileiros.
 Parabéns a nós arquitetos que temos a missão de projetar e edificar sonhos. Que nunca deixemos de sonhar, pois como disse o nosso mestre Oscar Niemeyer: “A gente tem que sonhar, senão as coisas não acontecem.”
Feliz dia do arquiteto urbanista!

Equipe ArchDaily Brasil
Fonte:Joanna Helm. "Feliz dia do Arquiteto Urbanista!" 16 May 2013. ArchDaily. Accessed 14 Dez 2013.













quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Terceiro museu de arqueologia será construído em Rondônia

Uma série de medidas que visam à construção de um Museu de Arqueologia no município de Ariquemes, em Rondônia serão implementadas. As ações estão previstas no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado no último dia 05 de dezembro entre o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Rondônia (IPHAN-RO) e o Empreendimento Canaã Geração de Energia com o objetivo de diminuir os impactos ao patrimônio arqueológico com a construção da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Santa Cruz, nos municípios de Cacaulândia e Monte Negro.
O Museu de Arqueologia, segundo o acordo, deve ser construído em 12 meses na sede do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (Ifro), em Ariquemes. Após a obra, o Museu será mantido e gerido pelo Ifro. Além da construção da reserva técnica, que abrigará as peças arqueológicas resgatadas em Jamari, Santa Cruz e Canaã, o TAC prevê a publicação de mil livros que retratam a arqueologia da região, 10 mil guias didáticos sobre educação patrimonial e cursos com 200 horas/aula para os colaboradores do Ifro e comunidade em geral.
Pesquisas apontaram que Ariquemes e demais municípios vizinhos possuem um potencial arqueológico extremamente relevante, tornando imprescindível a existência de um local de pesquisa e exposição permanente. O Museu levará para a região de Ariquemes um centro de pesquisa em Arqueologia, contribuindo para a preservação da memória do povo brasileiro e da cultura local.
O Termo foi ajustado para as reais necessidades da região de Ariquemes, possibilitando não apenas a criação do Museu, mas de uma série de ferramentas educativas em prol dos cidadãos.

Parceria
Diante das ações de compensação a serem executadas, o Campus do Ifro em Ariquemes leiteou o recebimento do Museu de Arqueologia a ser construído pela Canaã Geração de Energia. Após uma série de reuniões, sempre pautadas nas possibilidades orçamentárias de gestão, o IPHAN deferiu o projeto de construção do Museu na sede do Instituto Federal da região.
A iniciativa do diretor do IFRO foi plausível, pois o Museu será mantido e gerido por uma instituição pública e educacional, promovendo e dissipando todo o conhecimento sobre o passado humano daquela região. “É uma bela parceria entre Cultura e Educação. É mais um caso de sucesso, pois consentimos que o Instituto Federal possui totais condições logísticas e orçamentárias para gerir um acervo arqueológico, o qual é tido como patrimônio cultural do povo brasileiro”, sintetiza Curado.

 Museus de Arqueologia em Rondônia
Ciente da importância indiscutível de Rondônia no cenário da arqueologia brasileira, o IPHAN-RO trabalha desde 2007 na busca por parcerias nos mais diversos municípios do Estado.
O primeiro Museu de Arqueologia criado em Rondônia foi o Centro de Pesquisa e Museu Regional de Arqueologia de Rondônia.  Instalado em Presidente Médici/RO, o Museu foi um resultado profícuo de parceria firmada entre IPHAN e Prefeitura Municipal de Presidente Médici. A contar com um corpo técnico de professores, o museu trata-se da primeira instituição em Rondônia com temática exclusiva voltada para o patrimônio arqueológico.
Já em 2008, no contexto da instalação das usinas hidrelétricas no Rio Madeira (Jirau e Santo Antônio), o IPHAN solicitou a criação de uma grande Reserva Técnica de arqueologia – com espaço musealizado – dentro da Universidade Federal de Rondônia. Ainda em andamento, o projeto prevê uma área de dois mil metros quadrados, a qual irá dar guarda a todo acervo arqueológico resgatado nas usinas do Madeira.
Neste contexto, perpetuando a política de parcerias, o IPHAN firmou o Termo no final de 2013. O intuito é de ampliar as parcerias levando cultura e acesso à nossa memória nacional para todos os cidadãos do Estado.  

Fonte: http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do?id=18217&sigla=Noticia&retorno=detalheNoticia 



quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Projeto busca transformar Palacete Santo Meneghetti em fototeca

Alexandre Lucchese
 
Antiga morada e sede administrativa dos vice-governadores, o Palacete Santo Meneghetti pode se transformar em um centro dedicado à fotografia. Nesta quinta-feira, fotógrafos e comunidade poderão visitar o prédio histórico, registrar imagens e celebrar seu futuro.
Para 2014, há previsão de início de uma grande reforma dos 4 mil metros quadrados do Palacinho, como é apelidada a construção datada de 1926. As obras devem permitir a acomodação de uma fototeca, abrigando imagens documentais do Estado, como o acervo histórico de Virgilio Calegari (1868 – 1937). Além disso, está previsto espaço para exposições, exibições de filmes e reserva técnica para tratamento e digitalização de coleções. A administração, ligada ao Gabinete do Governador, será incoporada à Secretaria de Estado da Cultura e contará com o apoio da associação de amigos que atualmente articula a reutilização do espaço.


O custo estimado para a revitalização é de R$ 7,6 milhões. Deputados federais da bancada gaúcha, em encontro realizado em outubro, teriam se comprometido a buscar o montante a partir de emenda parlamentar. No entanto, o deputado José Stédile (PSB) se opõe ao arranjo.
– Com essa verba, seríamos capazes de construir sete centros culturais em diferentes áreas da cidade. Não se trata de ser contra a iniciativa, e sim de acreditar que a maior parte desses recursos deveria ser buscada por outras vias. Junto ao IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), por exemplo – explica Stédile.
Cerca de R$ 5,7 milhões estão previstos para o restauro do prédio. O restante irá para aquisição e conservação de acervo e outras despesas.
Com projeto já aprovado na Lei Rouanet e aguardando parecer na LIC-RS, o Palacinho deverá captar recursos junto a empresários se a emenda não for aprovada, como explica a primeira-dama Sandra Genro, que lidera a iniciativa:
– Entendo a posição de Stédile e acho positiva a discussão, mas é preciso lembrar que, seja por dedução de imposto de renda dos apoiadores ou por emenda, a fonte, em última análise, vem do contribuinte..

Programe-se
Nesta quinta-feira, no Palacinho (Av. Cristóvão Colombro, 300):
Registros fotográficos
O Palacete Santo Meneghetti recebe fotógrafos e comunidade para registros fotográficos do espaço. Entre 14h e 22h.
Confraternização
Coquetel com apresentação do espetáculo Música Mundana, de Flávia Alves, Helena Nunes, Lucas Alves e Fernando Mattos. Às 20h.
















Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS

Reforma une o melhor de sobrado histórico português ao estilo de vida atual

Ana Carolina Bolsson
 
Um pouco do Brasil ganhou novo capítulo com a restauração de um sobrado do século 19 na histórica cidade de Braga, no norte de Portugal. Situado na chamada zona de proteção – no limite das muralhas romanas medievais –, o Chalé das Três Esquinas é fruto do dinheiro de emigrantes lusitanos que retornavam após prosperar em terras verde-amarelas.
Erguido segundo o modelo de chalé alpino, popular no Brasil oitocentista por influência centro-europeia, a construção considerada patrimônio arquitetônico nacional passou por um retrofit completo projetado pelos profissionais da Tiago do Vale Arquitectos. A reforma adaptou os 165 metros quadrados distribuídos em três pisos para receber a sede do escritório de arquitetura e também servir de habitação do proprietário homônimo, permitindo viver e trabalhar num local que une o melhor de duas épocas.
– Na primeira visita percebemos que o prédio deteriorado pedia, desesperadamente, duas coisas: primeiro, que o libertassem de toda a construção avulsa que o sufocou por anos. E, depois, de luz – explica Tiago. 

Preservação da tipologia original
Conforme determina a legislação, não houve alterações estruturais na fachada, que foi simplesmente recuperada e pintada.
– Nossa preocupações residiam em manter um equilíbrio entre o que era original e o que era nossa intervenção – detalha.
Internamente, tudo foi adequado ao estilo de vida contemporâneo, o que inclui reforma elétrica, hidráulica, sistema de gás, telecomunicações e climatização. Porém, foram preservadas as estruturas construtivas originais: cobertura em telha Marselha, piso de pínus e circulação pela escadaria.
– Mantivemos a honestidade do projeto, devolvendo o prédio ao uso, às pessoas e à cidade. Deixamos que o edifício reflita a passagem do tempo por si – finaliza. 

Setorização original
A distribuição da planta tal qual planejou-se o sobrado foi preservada, com o piso térreo dedicado ao atendimento e ao trabalho da equipe – com escritórios e mesas –, o segundo andar como zona social da habitação – onde estão a cozinha e o jantar –, e o terceiro como dormitório, com a suíte e o quarto de vestir. Todas as áreas molhadas, incluindo o piso do térreo, receberam mármore branco de Estremoz (40cm x 40cm) no piso, revestimento português usado na época.
– Recuperamos e destacamos as características originais introduzindo ideias perfeitamente ajustadas ao modo de habitar contemporâneo”, explica Tiago. 

Ápice conceitual
O último e terceiro andar do sobrado histórico português restaurado pelo escritório Tiago do Vale Arquitectos foi reservado à área íntima. Subindo os últimos e estreitos lances de escada, chega-se a uma ampla área dominada pelo tema visual do restante da casa: o branco, sistematicamente repetido em paredes, tetos, marcenaria e até no mármore do banheiro.
O sótão, de cerca de 45 metros quadrados do casario erguido no século 19, em Braga, ao norte do país, foi setorizado em três: quarto de dormir, banheiro e quarto de vestir (closet).
– O closet é a surpresa no culminar do percurso: com o piso e o sistema construtivo da cobertura na sua cor natural, apresenta-se como uma caixa de madeira, contrapondo-se ao interior totalmente alvo – detalha Tiago.
O local, de 13 metros quadrados totais, tem piso em pínus, e estrutura do teto mista: madeira de abeto e de pinheiro europeu. Já as portas dos armários executadas em marcenaria são de laminado de pinheiro europeu.
– Recuperamos não apenas os materiais mas também os usos de cada espaço. E, mesmo quando introduzimos materiais novos, como fizemos com o mármore de Estremoz, fizemos com o critério de se ajustar à sua natureza e ao seu contexto histórico – conclui o arquiteto.

Fonte da matéria e mais imagens do projeto: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/casa-e-cia/noticia/2013/12/reforma-une-o-melhor-de-sobrado-historico-portugues-ao-estilo-de-vida-atual-4360244.html 















No térreo fica a recepção e a área de trabalho do escritório (acima), com mesas de atendimento e estações individuais (D, ao fundo) Foto: João Morgado,Fotografia de Arquitetura / Divulgação
 
 













A fachada frontal do palacete, de pé-direito alto em todos os pavimentos, detalhado com afrescos e cantarias, telhado inclinado e beirados decorados tem um tom peculiar Foto: João Morgado,Fotografia de Arquitetura/Divulgação

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Praça das Artes vence Icon Award em Londres

O projeto Praça das Artes, de autoria de Marcelo Ferraz e Francisco Fanucci (Brasil Arquitetura) e Marcos Cartum, venceu o Icon Awards em Londres, nesta última quinta-feira, na categoria Edifício do Ano. O projeto concorria com obras de grandes nomes da arquitetura internacional: Herzog & de Meuron (concorrendo com o Parrish Art Museum, em Long Island, Nova York), Renzo Piano (concorrendo  com a torre The Shard, em Londres), o SANAA (concorrendo  com o Louvre-Lens, museu de arte em Lens, no norte da França) e Hugh Broughton (que disputava com o Halley VI, estação de pesquisas na Antártica).
As obras da Praça das Artes foram iniciadas em maio de 2009, no centro de São Paulo, e foram concluídas ano passado, atingindo a cifra de R$ 136 milhões. Atualmente o edifício abriga parte dos eventos da Semana Internacional de Música (SIM), a Escola de Dança, a Escola de Música, o prédio do antigo Conservatório Dramático e Musical, e um estacionamento. Também congrega o Centro de Documentação Artística e os acervos do Conservatório e do Teatro Municipal, com partituras, programas, livros, discos e documentos.
O júri do Icon Awards, que conta com 11 categorias, foi composto, dentre outros, por Rowan Moore, crítico de arquitetura do The Observer; Kate Goodwin, curadora da Royal Academy of Arts; Sam Jacob, professor de arquitetura da University of Illinois, Chicago e crítico da Art Review; e Tom Dyckhoff, crítico de arquitetura e design da BBC e colunista do Guardian e do Times.

Fonte: http://www.archdaily.com.br/br/01-158945/praca-das-artes-vence-icon-award-em-londres 


























Fotos: Nelson Kon

Projeto Passeio Independência

















Introdução
Este projeto tem por objetivo preservar o bairro, que faz parte da História da cidade de Porto Alegre, visando valorizá-lo, no que ele tem de melhor, para que esta parte de História não seja esquecida.
Também queremos mostrar, toda uma História, que é contada em cada fachada dos casarios, para  que os que vierem depois de nós possam também usufruir da beleza e riqueza deste patrimônio construído, mostrando que para isto é preciso preservar, revitalizar e valorizar.
O patrimônio histórico da Av. Independência é o ponto de partida para uma proposta de requalificação urbana desta importante via da cidade, envolvendo também recuperação de identidades, promoção de usos coletivos e  valorização do passeio. Ações específicas como apresentação do projeto, caminhadas, reuniões, ocupações dos espaços serão realizadas pelo grupo de trabalho.
Visite nossa página no facebook para ser informado sobre as próximas ações.

O ESPAÇO PÚBLICO é um elemento definidor da cidade, um elemento do cotidiano, por isso deve ter qualidade formal e material. Hoje, esse território que é comum dos cidadãos, cada vez nos pertence menos.
Grupo de Trabalho
Reviver IndependênciaMarilia Cardoso
Conselheiro RP2 – arq. Osório Queiroz (osorio.queiroz.jr@terra.com.br)
Urbana Arquitetura – arq. Tais Lagranha Machado UrbsNovaJorge Piqué Studio 1 Arquitetura – arq. Lucas Volpatto
Informações e contato: passeioindependencia@gmail.com
Zona de abrangência do projeto
Esse espaço de trabalho tem inicio na Igreja da Conceição, em frente à Praça Dom Sebastião, até a Praça Júlio de Castilhos, tendo a Avenida Independência como seu eixo principal. Este projeto engloba ainda ruas Garibaldi, Santo Antônio,  André Puente, Pinheiro Machado e  Gonçalo de Carvalho.













Objetivos
1. Preservação, revitalização e valorização  do  Patrimônio histórico-cultural
Dos monumentos e conjuntos arquitetônicos que possuam um valor patrimonial histórico e artístico, e que façam parte do entorno ambiental histórico ou construído.
 2. Recuperação de Identidades
Criar unidade, que se torne “UM lugar” “UM todo” com características bem definidas que
reflitam a personalidade e identidade do bairro.
- ordenar e padronizar equipamentos urbanos: bancos, árvores, canteiros, telefone público, paradas de ônibus.
- padronização da comunicação visual
- criação de um espaço EXPRESSIVO, divulgação de acontecimentos e sinalizações de pontos importantes,
- contextualização com a cidade, marcar o perfil próprio do bairro.
3. Promover usos coletivos diversos
Zonear espaços para usos efêmeros ou de transição entre o público e o privado
(exemplo: feiras e eventos nas praças, cinema para a comunidade, Igreja e Hospitais).
 4. Valorização do passeio
Tornar o passeio mais relevante que a faixa de carros: eliminar obstáculos do passeio
Iluminação adequada para pedestres com menor altura
Adaptação á acessibilidade: rampas para desníveis, sinalização tátil de alerta

Zoneamento de Intenções













Ações desenvolvidas pelo Grupo de Trabalho
1. Divulgação
- 31/10/2013: Independência para as pessoas (Matheus Beck, ZH Moinhos)
- 31/10/2013: Você é a parte mais importante (Marilia Cardoso, blogueira do ZH Moinhos)
3. Ações envolvendo a comunidade
- 08/12/2013: Passeio Independência | Uma Caminhada pela História
Organização: UrbsNova e Studio 1 Arquitetura














História da Independência:
A Avenida Independência foi um caminho que surgiu espontaneamente, como uma das saídas da vila de Porto Alegre para a Aldeia dos Anjos (atual cidade de Gravataí). Nesse período, tem início a povoação da região, impulsionada pela construção dos Moinhos de Vento e fundação da Igreja da Conceição, em 1858. Na mesma época, é fundada a Beneficência Portuguesa, que se instala, primeiramente, numa sala cedida pela Santa Casa, aguardando a construção do Hospital, que é inaugurado em 1870.
Localizado em parte elevada da metrópole, o bairro começa a tornar-se local preferido da burguesia comercial e industrial porto-alegrense. As construções ali realizadas, principalmente na Av. Independência, se destacam pela arquitetura, que demonstram o crescimento industrial e comercial da cidade. A partir da década de 1940, o desenvolvimento e urbanização de outros arrabaldes em Porto Alegre fizeram com que a classe média diminuísse seu interesse por ali residir, e as casas residenciais dão lugar a grandes prédios de apartamentos e comerciais. Ainda assim, mantém-se como um bairro tradicional, com antigos moradores ainda ali residindo, oriundos das famílias que se instalaram em seus primeiros tempos.
Tentativas anteriores para o trabalho de revitalização da Independência
1. Movimento Reviver Independência – Moradores da Av. Independência, das ruas Garibaldi e Santo Antônio se uniram para pedir mais segurança, e melhorias e vendo parte de sua História e da cidade se apagando, resolveram  lutar pela revitalização, preservação e valorização do Patrimônio Histórico Cultural. Assim, surgiu este movimento, em que, a comunidade se juntou para trabalhar em prol de uma cidade limpa e organizada, capaz de servir de exemplo, pois se apagarem ou anularem nossa história, não seremos ninguém.
2. 5º Congresso da Cidade
Lideranças e moradores da região estiveram reunidos em 27 de julho em 2011, no Museu de História da Medicina, na Avenida Independência, nº 270, em reunião moderada do 5º Congresso da Cidade foi escolhido o mote para a Independência: “Um bairro com qualidade de vida e desenvolvimento, preservando a história e a cultura”. Um comitê de mobilização dos bairros foi formado.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Igreja que é patrimônio histórico de Passa Tempo é reinaugurada

Após seis meses fechada, a Igreja Matriz Nossa Senhora da Glória, patrimônio histórico e cultural de Passa Tempo, será reinaugurada neste domingo (8). A igreja ficou fechada para obras de revitalização e restauração da parte interna e externa, já que o local faz parte da história da cidade. Através do Conselho do Patrimônio Histórico de  Passa Tempo, foi repassado uma verba para a reforma e manutenção da igreja, que só foi possível porque a construção é tombada pelo patrimônio.
A reinauguração será a partir das 19h, com concentração dos fiéis na Igreja do Rosário e procissão festiva de Nossa Senhora da Glória até a Igreja Matriz. Com a  chegada da procissão haverá a abertura das portas da Igreja Matriz Nossa Senhora da Glória, com a entronização da padroeira que voltará a compor seu trono de glória e, em seguida será celebrada a  Santa Missa solene.

Fonte: http://g1.globo.com/mg/centro-oeste/noticia/2013/12/igreja-que-e-patrimonio-historico-de-passa-tempo-e-reinaugurada.html 
















Igraja ficou seis meses fechada (Foto: Rodrigo Bastos / Arquivo Pessoal)

















Reinauguração é neste domingo (8) e haverá procissão e missa . (Foto: Assessoria da Prefeitura / Divulgação)

Equipe carioca ganha concurso para anexo da Casa Rui Barbosa

Caio Calafate, Pedro Varella, Sergio Garcia e Fabiana Araújo são os autores do projeto vencedor do concurso promovido pela Fundação Casa de Rui Barbosa e organizado pelo Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RJ).
Os vencedores serão responsáveis pela construção do prédio anexo da Fundação Casa de Rui Barbosa, ganhando um prêmio de R$ 35 mil de adiantamento e a garantia de contratação do projeto, no valor de R$ 1 milhão. O resultado da competição foi anunciado em cerimônia realizada na noite de 2 de dezembro, na sede do IAB-RJ.
Lançado no dia 7 de outubro, o concurso teve como objetivo selecionar o melhor projeto para a construção de um prédio de alta tecnologia, especialmente desenvolvido para abrigar o acervo de grandes escritores brasileiros dos últimos séculos, além de uma sala de exposições. O edifício receberá livros, documentos, filmes, conteúdo digital e outros objetos de escritores como Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Pedro Nava, Vinicius de Moraes, Clarice Lispector e Fernando Sabino, entre vários outros, além do próprio Rui Barbosa.
Os autores do trabalho vencedor, presentes na cerimônia realizada no IAB-RJ, comemoraram muito o resultado. Pedro Varella, um dos autores, explicou o projeto: “A gente partiu de duas premissas básicas: primeiro, um diálogo com o ambiente urbano que contextualizasse o sítio em questão. Depois, achamos muito importante, para a execução desse projeto, um desenvolvimento construtivo que fosse extremamente coerente com a necessidade de se guardar peças tão importantes como as da Fundação Casa de Rui Barbosa”, explicou.
O júri foi composto pelos arquitetos Ana Pessoa (representando a Fundação Casa de Rui Barbosa), Alfredo Brito, Álvaro Puntoni, Antonio Paulo Cordeiro e Fabiana Izaga. Os jurados consideraram, no parecer, que o sistema construtivo da proposta vencedora, “baseado em princípios da racionalidade, confere à nova edificação uma imagem austera e elegante, em acordo com as expectativas gerais.” A proposta, para o corpo do júri, destaca-se “pela formação de um conjunto harmônico, por meio de uma acertada sequência das escalas utilizadas na transição entre a edificação existente e as edificações propostas.”
veja os projetos premiados

1º Lugar Caio Calafate, Pedro Varella, Sergio Garcia e Fabiana Araújo
Rio de Janeiro
2º Lugar Ideia 1 Arquitetura e Planejamento (Gabriel Cruz Grandó)
Porto Alegre
3º Lugar Mira Arquitetos (Luis Eduardo Loiola de Menezes)
São Paulo
Menção Honrosa 24.7 Projetos de Arquitetura e Urbanismo (Gustavo dos Santos Corrêa Tenca)
Campinas
Menção Honrosa Opera Quatro Arquitetura (Pablo Basílio de Sá Leite Chakur)
São Paulo
Menção Honrosa Figueroa.arq (Mario Figueroa)
São Paulo
Menção Honrosa Estúdio 41 (Emerson José Vidigal)
Curitiba
 
Projeto vencedor de Pedro Varella, Caio Calafate, Sergio Garcia e Fabiana Araújo. [divulgação]

















Projeto vencedor de Pedro Varella, Caio Calafate, Sergio Garcia e Fabiana Araújo. [divulgação]

















Casa de Rui Barbosa