quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Eventos sobre Teoria, Pesquisa e História da Arquitetura

Divulgando eventos relacionados à pesquisa, história e teoria da arquitetura.

Fonte das informações: http://www.anparq.org.br/

XII SHCU - XII Seminário de História da Cidade e do Urbanismo

O Programa de Pós-Graduação em Planejamento Urbano e Regional - PROPUR e o Programa de Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura - PROPAR, ambos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, são responsáveis pela organização do XII SEMINÁRIO DE HISTÓRIA DA CIDADE E DO URBANISMO - XII SHCU que acontecerá na cidade de Porto Alegre, nos dias 15 a 18 de outubro de 2012.
Para maiores informações, acessar: www.ufrgs.br/propur/xiishcu







II ENANPARQ - II Encontro da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo

O II Encontro da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo – II ENANPARQ – acontecerá em Natal, Rio Grande do Norte, entre os dias 18 e 21 de setembro de 2012. O evento é organizado pelo Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (PPGAU-UFRN), tendo como co-organizadores o PPGAU da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e o Programa de Desenvolvimento Urbano da Universidade Federal de Pernambuco (MDU-UFPE). Dando continuidade à proposta institucional da ANPARQ, o evento analisará os múltiplos aspectos inerentes às relações entre a área de Arquitetura e Urbanismo e a sociedade contemporânea, buscando contribuir para a identificação de questões emergentes nesse campo, especialmente no que se refere a:
Diagnóstico da situação da pesquisa e do ensino de pós-graduação brasileiros nos eixos temáticos definidos para este evento (ver item Temáticas no link Sobre o Evento), tendo como base uma reflexão teórico-metodológica condizente com os campos de conhecimento da Arquitetura e do Urbanismo.
Divulgação de pesquisas recentes na área, realizadas no âmbito dos programas associados e filiados, ou empreendidas por estudiosos não vinculados a eles.
Análise da produção arquitetônica e urbanística contemporânea, e suas principais tendências.
Fomento à participação de jovens pesquisadores, notadamente pós-graduandos.
Para maiores informações, acessar: www.2enanparq.ct.ufrn.br









































XV ENANPUR

O XV Encontro da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional se reveste de grande importância. Comemoram-se os seus 30 anos, motivo de congratulação para seus membros associados e filiados. Ademais, esta data acontece em um momento peculiar da história do Brasil caracterizado pela emergência do chamado "novo desenvolvimentismo", em que se ressalta a ampliação do poder do Estado, a retomada do crescimento e a redução da pobreza. 

Para maiores informações, acessar: http://www.xvenanpur.com.br/index.php




 

 




terça-feira, 11 de setembro de 2012

Por dentro da Estação da Luz

Dedicado à valorização e difusão do nosso idioma, o Museu da Língua Portuguesa (SP) também oferece uma boa oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a história da cidade de São Paulo.  Durante os finais de semana e feriados, a instituição organiza visitas monitoradas, com duração média de 50 minutos, através das instalações da Estação Ferroivária da Luz (em cujo prédio está instalado o próprio Museu). As visitas percorrem pontos históricos e arquitetônicos da Estação, contando um pouco da história do prédio, da ferrovia Santos-Jundiaí e de seu impacto para a economia e sociedade brasileiras.

Originalmente erguida em 1867, a Estação da Luz foi, nos primeiros anos do século 20, a mais importante porta de entrada da capital paulista, concentrando também a produção de café que era exportada pelo porto de Santos.

Exemplar típico da arquitetura eclética da segunda metade do século 19, o prédio foi um dos pontos de referência do processo de urbanização da cidade; o relógio de sua torre era usado por muita gente como parâmetro de hora certa. A Estação da Luz mantém-se hoje como a segunda mais movimentada da rede metro-ferroviária de São Paulo.

VISITAS MONITORADAS À ESTAÇÃO DA LUZ. ONDE: Museu da Língua Portuguesa, Praça da Luz, s/nº, Centro, São Paulo.  QUANDO: Sábados, domingos e feriados, às 12h e 14h. QUANTO: Grátis. CONTATO: (11) 3326-0775. SITE: www.museulp.org.br

Fonte: http://www2.uol.com.br/historiaviva/noticias/por_dentro_da_estacao_da_luz.html



Flagrantes do Barroco - Exposição de fotografias em cartaz no Museu Histórico Nacional

Não há estado brasileiro que represente melhor o esplendor da arte e da arquitetura barrocas do que Minas Gerais. Mineiro nascido na cidade de Lavras, o fotógrafo Alex Salim entende isso perfeitamente. A exuberância dos detalhes das pinturas, esculturas e construções vigentes,especialmente nos ambientes sacros  construídos entre os séculos 16 e 18, compõe a mostra Arte Barroca Brasileira, em cartaz no Museu Histórico Nacional (RJ) até 14 de outubro.
Ainda que centrados nas igrejas mineiras, os 42 registros fotográficos de Salim também capturam o barroco presente em cidades do Nordeste do Brasil. Estudante da arquitetura do Brasil Colônia há mais de 25 anos, o fotógrafo lançou em 2010 um belo livro de fotos homônimo da exposição do MHN . A mostra é organizada em cinco blocos temáticos (Arquitetura, Azulejaria, Imaginária, Pintura e Talha), com textos explicativos a cargo de historiadores do Instituto do Patrimônio Histórico e Arquitetônico Nacional (Iphan), do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Arquitetônico de Minas Gerais (IEPHA-MG) e da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).

ARTE BARROCA BRASILEIRA. ONDE: Museu Histórico Nacional, Praça Marechal Âncora, s/nº, Centro, Rio de Janeiro. QUANDO: de terça a sexta-feira, das 10h às 17h30; sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h. Até 14 de outubro. QUANTO: R$ 8. Estudantes da rede pública, crianças até 5 anos e maiores de 65 têm entrada franca; adultos entre 60 e 65 pagam meia. CONTATO: (21) 2550-9220. SITE: http://www.museuhistoriconacional.com.br.

Fonte da Notícia: http://www2.uol.com.br/historiaviva/noticias/flagrantes_do_barroco.html

 

IPHAN lança livro sobre patrimônio arqueológico de Alagoas

No dia 13 de setembro a Casa do Patrimônio de Maceió lançará o livro Patrimônio arqueológico e paleontológico de Alagoas. O evento começa às 17h com a palestra sobre a preservação do patrimônio arqueológico e paleontológico, seguida pelo lançamento da publicação, às 18h.

Objeto de um projeto concebido inicialmente para alunos de ensino médio, a obra despertou interesse geral ao levar ao público informações sobre a arqueologia e a paleontologia. Com ricas ilustrações, a principal meta da obra é difundir o saber científico e despertar para a formação de futuros profissionais nessa área de conhecimento.
O que são as casas do Patrimônio?
As Casas do Patrimônio surgem diante da necessidade de se estabelecer novas formas de relacionamento do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) com a sociedade e outras instituições públicas. Têm como objetivo ser espaços de referência para a pesquisa, o diálogo e a reflexão sobre o Patrimônio Cultural, para qualificar e atender a população, profissionais, estudantes, professores e turistas, trabalhando na perspectiva da construção coletiva dessa nova postura institucional de intercâmbio. Os espaços institucionais do IPHAN estão se transformando em polos de referência em parcerias com o poder público e, futuramente, de instituições da sociedade civil.
Serviço:
Lançamento do livro Patrimônio arqueológico e paleontológico de Alagoas
Data: 13 de setembro de 2012, às 17h
Local: Casa do Patrimônio de Maceió
Rua Sá e Albuquerque, nº 157, Jaraguá - Maceió – AL



Vila Rica online - acervo da Câmara de Ouro Preto até o século XIX deve chegar à Internet ainda este ano

Vila Rica nasceu em meio à prosperidade do ouro, em 1711. O arraial que se tornaria a cidade de Ouro Preto foi capital de Minas Gerais e palco da Inconfidência Mineira. Tantos acontecimentos históricos acabaram sendo registrados em documentos, muitos deles produzidos pela Câmara da cidade. Em agosto, os historiadores tiveram uma boa notícia: todo o acervo colonial da Câmara foi publicado em versão digital no site do Arquivo Público Mineiro (APM). Até o fim do ano, o restante dos documentos do século XIX também estará na Internet. Serão mais de 350.000 páginas.
Segundo Pedro Brito Soares, diretor de conservação de documentos do APM, as Câmaras de outras cidades, como Tiradentes e São João del-Rei, devem seguir o mesmo caminho. “Não estamos selecionando, vamos colocar todos os documentos. Agora não será mais preciso vir até o arquivo para pesquisá-los”, afirma Soares.
Tarcísio de Souza Gaspar é um dos historiadores que aplaudem a medida. “Para mim vai ser ótimo, porque essa documentação é fundamental. Ficou muito tempo esquecida, mas nos últimos 20 anos a historiografia começou a dar valor à documentação administrativa, que inclui, por exemplo, o pagamento de foro, um imposto para os proprietários de terra”, afirma o professor de História do Instituto Federal Sul de Minas Gerais.

Fonte: http://www.revistadehistoria.com.br/secao/em-dia/vila-rica-on-line

Site do acervo: http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/





segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Exposição Sobre a Evolução Arquitetônica do Rio

Mostra, que exibe a evolução arquitetônica do Rio fica até 07 de outubro, no Parque das Ruínas
O passado e o presente se misturam entre desenhos das décadas de 30 e 40 e fotos atuais. As transformações arquitetônicas da cidade do Rio de Janeiro retratadas pelo arquiteto e artista plástico húngaro Géza Heller podem ser vivenciadas na exposição ‘Géza Heller – um “carioca” sonhador’.
A mostra, aberta gratuitamente ao público, estará até o dia 07 de outubro, das 10h às 18h, no Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas, em Santa Teresa.
Entre um traço e outro, Géza (1902-1992), em mais de 30 desenhos da arquitetura da cidade, expõe as construções e desconstruções urbanas para entrada do progresso. As obras que retratam a Avenida Presidente Vargas e a Praia do Flamengo são exemplos da mudança arquitetônica de que o Rio passou. Um Rio em transformação, fonte de inspiração do arquiteto húngaro ao desembarcar na cidade.
De acordo com a curadora e filha do artista, Sylvia Heller, quando Géza chegou ao Rio, o momento era de boom da modernização, deixando-o bastante interessado por esse movimento arquitetônica da cidade.
Com o material sempre a mão, registrou muitas coisas sendo demolidas e construídas. Por utilizar o bloco que levava na bolsa, a dimensão dos desenhos é pequena. Apesar disso, as obras são ricas em detalhes. Ele registrava não só o objeto, mas toda a paisagem em que aquela peça fazia parte, dando vida aos desenhos. Desenhos que, por sinal, são documentos; interpretações do artista que como arquiteto fazia com muita fidelidade do que estava vendo, respeitava mesmo o ambiente – disse ela.
A exposição também traz um painel com fotos de desenhos de seus projetos arquitetônicos; entre eles, o da Central do Brasil e o do edifício Tabor-Loreto, na Praia do Flamengo. E uma fotografia de satélite do Rio de Janeiro estampado no chão do Centro Cultural instiga o visitante a achar os locais escolhidos por Géza Heller para retratar a evolução urbana do Rio.
Essas projeções nunca antes foram divulgadas – pontuou Sylvia, que ressaltou que como os desenhos as projeções também são ambientalizadas.
Complementando a exposição, há ainda um vídeo em que Sylvia Heller fala sobre o trabalho, a trajetória e as técnicas utilizadas pelo artista, que chegou ao Brasil em 1925 e se fixou no Rio de Janeiro, adotando mais tarde a cidadania brasileira.
Ele não tinha ‘ismo’, não era ligado a uma ideia ou um processo. Se aventurava por todas as técnicas que desse vontade. Seus desenhos tem ritmo como música, como dizem alguns críticos – comentou Sylvia, que tem paixão por dois desenhos da exposição: ‘Destruição da Policlínica’ e ‘Atelier’.
O desenho da ‘Destruição da Policlínica’ tem humor porque mostra a vida e o cotidiano do entorno – explicou ela.
Para a paulista Myla Leão, de 46 anos, a mostra é muito importante sobre a ótica arquitetônica.
A exposição mostra o contraste de valores da arquitetura diante do progresso. E estar exposta neste lugar, que tem como nome Parque das Ruínas, é de grande referência já que a mostra trata também das ruínas de algumas edificações – explicou Myla.
As fotos atuais, que fazem o contraponto com os desenhos de Géza, são de Hermano Taruma.
Essa jogada entre o passado e o presente permite compreender a evolução humana. E ainda possibilita prevermos o que vem para o futuro – disse o carioca Augusto Lira, de 54 anos.
Para a criançada, as terças, quintas e sábados, há oficinas com as principais técnicas utilizadas por Géza Heller, como bico de pena, o grafite, o guache, a aquarela, o lápis duro e o crayon. Para participar, é preciso agendar pelo e-mail: gezaheller.producao@gmail.com . Mas, aos sábados, grupos são formados por visitantes do Parque das Ruínas. Há possibilidade também de uma visita guiada mediante agendamento.
A ideia do atelier, segundo Sylvia, é explicar para as crianças por meio da prática as técnicas utilizadas pelo artista plástico nestas obras.
As crianças têm a possibilidade de usar materiais não utilizados na escola, como a monotipia em cima do vidro com guache, o bico de pena e o lápis 7B muito bom para fazer sombreado. Além de trabalharem no atelier, eles aproveitam o espaço do Parque das Ruínas para projetarem paisagens ou utilizar elas como inspiração – contou Sylvia.
Ainda segundo ela, o Parque das Ruínas, que funciona de terça a domingo, das 8h às 19h, é um lugar com muita representatividade em relação aos desenhos porque permite ao visitante ver as transformações da cidade retratadas na exposição.
SERVIÇO
Exposição: ‘Géza Heller: um “carioca” sonhador’
Local: Parque das Ruínas
Endereço: Rua Murtinho Nobre, 169 – Santa Teresa – Rio de Janeiro
Telefone: (21) 2215-0621
Data: até 7 de outubro
Horário: das 10h às 18h, de terça a domingo
Agendamento oficinas: gezaheller.producao@gmail.com
Entrada franca

Fonte:  http://arquiteturaeurbe.com/2012/09/10/evolucao-arquitetonica-do-rio/





domingo, 9 de setembro de 2012

Piratini cria roteiro histórico da Revolução Farroupilha no RS

Visitantes da cidade de Piratini, na Região Sul do Rio Grande do Sul, podem visitar uma rota turística histórica. A Linha Farroupilha foi inaugurada neste mês na localidade.
O passeio se estende por quase 900 metros e faz uma volta ao passado. Piratini foi a primeira capital Farroupilha na época da Revolução que durou entre 1835 e 1845. Piratini também é a cidade com maior número de prédios tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (IPHAE).
Na trilha são mostradas a localização de prédios, ruas e monumentos históricos. O trajeto é guiado por sinalizadores feitos em bronze, indicando os pontos estratégicos. São 26 pontos do período farroupilha. Um deles aponta para o Palácio do Governo Farroupilha, no centro histórico da cidade. Muitos sinalizadores apontam também para casas antigas de importantes personagens da história.
"Algumas (personalidades) não são da época, mas viveram (aqui). Ou historiadores, ou pessoas importantes, por exemplo Barbosa Lessa, uma pessoa que trabalhou com história, com música, abordando esse tema", disse a arquiteta Ceres Storchi, uma das criadoras do projeto.
Moradores também participarão da nova atração turística da cidade. Eles vão receber 2 mil livros para contar a história de Piratini e da Revolução aos futuros visitantes.
"Se a comunidade reconhece a importância, a relevância dessa ação, ela preserva. Então, a ideia é fazer com que a comunidade se aproprie desse bem maior que Piratini possui, que é o seu patrimônio", contou a produtora cultural Beatriz Araújo, outra idealizadora do projeto.

Fonte: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/semana-farroupilha/2012/noticia/2012/09/piratini-cria-roteiro-historico-da-revolucao-farroupilha-no-rs.html



quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Uruguaiana/RS – Livro relata a saga dos jesuítas

Nesta quarta-feira (5), a partir das 20hs, no salão de eventos da ACIU, na Rua Quinze de Novembro, o historiador Dagoberto Alvim Clos estará lançando o seu segundo livro, “A Mão dos Jesuítas – A Herança Jesuítica no Município de Uruguaiana”.
O autor, depois de nove anos de pesquisas, onde consultou especialistas no Brasil, na Argentina e no Uruguai, descreve a partir de 1657 até 1768, os principais lugares remanescentes da memória missioneira do interior do Município de Uruguaiana (estâncias, postos de pastoreio, caminhos e passos). São lugares onde no passado, a Companhia de Jesus viveu a saga da riqueza pecuária proporcionada pelo gado vacum e seus subprodutos, construída com o suor dos índios Guarani missioneiros.
A obra tem importância para o conhecimento da história no espaço geográfico do atual município de Uruguaiana, antes da Conquista das Missões, em 1801. O trabalho se apoia em ensaios sobre história, geografia, cartografia, toponímia, antropologia, sociologia e patrimônio hsitórico. Além de relatos dos padres jesuítas da época, a obra contém ilustrações como mapas dos séculos XVII e XVIII, desenhos e pinutras, que resgata a memória jesuítico-guarani no município.
“A Mão dos Jesuítas” irá atender os acadêmicos, leigos, curiosos e os professores, sobre assunto inédito e não imediatamente disponível em nenhuma fonte. Por Jornal da Fronteira

Fonte:  http://www.defender.org.br/uruguaianars-livro-relata-a-saga-dos-jesuitas/